De fralda e salto alto...
2º Capítulo do "Baby Steps"

24 Janeiro 2012

... o que chamo de multitarefa! :)

 

Enquanto atendia uma chamada telefónica, daquelas de pôr a conversa em dia (demoradas, portanto...),  aqueci o jantar, jantei, fiz um bule com um litro e meio de chá (sem faltar o aromatizante de baunilha...!), bebi o bule inteiro, passei-me com o portátil ao constatar que definitivamente apanhei um vírus (bem sei... em casa de ferreiro, espeto de pau... {#emotions_dlg.annoyed}), formatei o portátil de raíz e ainda configurei de novo o perfil: o mínimo e indispensável, claro...

 

Ainda assim, são 4h da manhã e o sono não chega.

 

Bom bom, era dormir uma noite santa, como as pessoas "normais".


19 Janeiro 2012

... para aprender. Seja o que for.

 

Precisei de alguns dias, mas finalmente aprendi a acender a lareira sem acendalhas! Se é mais rápido e mais cómodo usar acendalhas? Muito mais! Disso não tenho dúvidas.Mas é menos uma preocupação: se tenho, se não tenho, se ainda preciso de passar pelo supermercado, etc, etc.

 

Na casa nova, o aquecedor de eleição, pelo menos por ora, é definitivamente a lareira. E não consigo em nenhum bom motivo para deixar de ser :)

publicado por ladybug às 00:37

27 Dezembro 2011

... com sucesso, apesar de para um família de três pessoas ser necessário 2 jantares e um almoço (...) e, quase arriscaria a dizer, ser um Natal  "patrocinado" pela "A Vida é Bela" (o que é óptimo porque, momentos zen e tratamentos spa nunca são demais!), começo a semana da pior forma.

 

É uma infelicidade ter trabalhar para/com alguém em quem não se confia: nem profissional nem pessoalmente. Nunca gostei de pessoas cujo objectivo é alimentar o ego do próprio umbigo. E estou genuinamente convencida de que enquanto continuarmos a ter fulaninhos(as) assim, nomeadamente em posições de chefia, pouco evoluiremos como equipa de profissionais. Mas isto sou eu...

 

E fulaninho acha mesmo que me lixa. Talvez... se me apanhar muito distraída. Mas a fama dele precede-o e entretanto vou-lhe descobrindo os pontos fracos. Profissionais, naturalmente. Pessoalmente, não me podia ser mais indiferente. O que é pena: gosto de trabalhar com pessoas interessantes. No mínimo, que não tenham uma mente perversa. Entristece-me porque não há como ter um ambiente de trabalho descontraído, saudável, quase familiar. Mas enfim... de vez em quando caem por aqui iluminados que acreditam que vão inventar a roda de novo e que, nos livros, está a explicação para tudo.

 

Uma coisa é certa: capacidade de liderança é algo que a pessoa ou tem ou não tem. Não há livro, curso, umbigo ou outra coisa qualquer que mude este facto.

publicado por ladybug às 12:35

23 Dezembro 2011

Hmm??? Não??? Oh caraças, pá! Nunca mais passam estas duas semanas, as mais deprimentes do ano. Imagino que o Natal deve ser fantástico  com uma casa cheia de gente, barulho, animação. Agora, quando todos os anos temos menos uma ou duas pessoas sentadas à mesa, começa a tornar-se deprimente. Ninguém me pode culpar por querer dormir enquanto estas duas semanas não passam. É inevitável: os meus sonhos enchem-se de recordações de pessoas que já não estão connosco....

 

Anseio por 2012: acredito que vai ser um ano de mudança. Terá que ser. Que as idas ao hospital acabem, que os bombeiros parem de nos bater à porta, que as contas da farmácias diminuam substancialmente, até porque com a crise, não há quem aguente! Que a família aumente, em vez de diminuir. Que o coração nos salte da mão, em vez de andarmos com ele ao colo. E que as lágrimas sejam de alegria.


07 Dezembro 2011

... escrito certamente num momento de fúria contida e a título de desabafo. Hoje li-o e ri-me. Podia escrever isto de tantas formas menos agressivas, subtis, chocantes, redundantes, etc. Mas acho que lhe tiraria toda a carga dramática.

 

E como nos últimos tempos chego ao fim do dia a contar o número de sapos que engoli... tudo o que é preciso para me f@(li)xarem é um momento de distração meu e o sapo ganha-me. E os sapos não me ganham. Nem nesta, nem noutra vida. Estou farta destas lapas que exploram as  fraquezas dos outros, cujo o único objectivo é ter razão mesmo quando não sabem sobre o quê e passar uma imagem completamente diferente do que se é. E é muito triste não puder confiar na pessoa que nos deveria apoiar e dar a cara por nós. E desta vez sim, desta vez quando me avisaram para não confiar, nem questionei.

 

Mas a propósito do post... porque não publicá-lo? Afinal, o blog é meu, para meu uso, um refúgio para desabafar e descarregar a frustração, as dúvidas, as alegrias, as fúrias, etc.

 

Assim, apesar de escrito há largos meses, a mensagem mantém-se muito actual :)

 

 

Às vezes apetece-me...... soltar a cabra que há em mim, descer o nível e ser desagradável. Muito desagrável, relebrando o "óbvio". Há coisas que são desnecessárias e, uma delas é relembrar, constantemente, o "óbvio". Mas quando as pessoas se esquecem constantemente do "óbvio", chegando a mostrar-se, mais do que ingratas, profundamente desinteressadas, apetece-me lembrar-lhes o "óbvio". Porque é tão "óbvio", que nem devia ser necessário mencionar.

 

Odeio quando existem duas medidas para a mesmíssima merd@!!!! E odeio que me tentem fazer passar por parva!

publicado por ladybug às 02:29

07 Dezembro 2011

... ocorreu fazer uma lista das minhas 10 melhores memórias. E surpreendi-me a mim mesma.

 

A conclusão a que chego é que as coisas a que me agarro e me impedem de avançar, não são necessariamente coisas boas. Agarro porque doem. E como qualquer ferida, tem que fechar. E existem feridas maiores que outras, que demoram mais tempo. Parece-me lógico, visto assim.

 

Hoje. Amanhã não sei... :)

publicado por ladybug às 02:26

08 Novembro 2011

publicado por ladybug às 00:40

07 Novembro 2011

... admitindo que a existe, costumo responder que se dermos todos o nosso melhor, formos produtivos e não aumentarmos despesas, as coisas hão-de correr pelo melhor. Não faço choradinho nem previsões para 2012, que nem sei se ainda cá estarei!

 

São 11 horas. Trabalhar? Olha agora... que até temos uma sala inteira para confraternizar, com a maquinaria toda e quiçá, em breve, uma mesa de snooker. Na minha equipa somos seis. Cinco estão a tomar café há pelo menos uma hora.

 

Ainda bem que não sou gestora, porque há coisas que ultrapassam completamente os limites da minha compreensão. Será isto o que chamam de pescadinha de rabo na boca, ou o tal de pau de dois bicos?!?

 

Bom, tenho trabalho à minha espera. Com vossa licença...

publicado por ladybug às 10:55

25 Outubro 2011

... não há nada como ouvir dizer "para a próxima em vez de ir, mando uma prenda pelo correio". A minha vontade era ter respondido que provavelmente é o melhor a fazer, porque assim poupa nos fretes (ambos: o da presença e o da viagem). Isto ainda a propósito do aniversário, sim.

 

Pergunto-me quando é que aquele corpo foi tomado por outra personalidade...

publicado por ladybug às 04:00

23 Outubro 2011

... retirou-se de fininho, quando percebi que fazer anos tem apenas a importância que lhe dermos.

 

E fazer anos nas circunstâncias que me rodearam tem sabor a agri-doce. Comecei o dia a chorar por uma amiga, porque as tristezas dela são as minhas. Acabei o dia o chorar por ter ao meu lado um familiar que não (re)conheço. Tem a mesma cara, o mesmo nome, e é isso. Não há esforço adicional que me faça compreender tamanha discrepância de comportamento. Tamanho despreendimento... É como se tivesse passado o dia com um fantasma. 

 

Doces foram os telefonemas, as mensagens e a visita surpresa dos que se mostram sempre presentes, faça chuva ou faça sol.

 

E neste momento já tenho 35 e mais um dia e afinal não doi assim tanto.


20 Outubro 2011

... "adoro" ouvir dizer xampôn!

publicado por ladybug às 18:25

14 Outubro 2011

... me enervou tanto!

 

À sexta-feira ao fim do dia não peço muita coisa: uma sestinha de duas horas quando chego a casa e nada a atrapalhar-me. No fim de uma semana de trabalho, gosto de me brindar com um fim de dia vazio. Posso dar-me ao luxo de o fazer. Excepto quando mil barulhos em casa me distraem e de minuto em minuto vou ficando com uma neura até me encontrar irritada. 

 

Se calhar sou eu que uma ranhosa, chata e implicante. E quando "ofereci" a minha casa, sabia de cor de todos os pontos em que chocamos. Mas há situações e excepções. Não tenho por princípio fazer a ninguém o que me fazem a mim e por isso, quando me disponho a ajudar faço-o de coração aberto. Faço o que acho certo. Mas o certo é simultaneamente sinto a porta da minha casa escancarada e um nervoso miudinho em momentos destes. E mais uma vez engulo...

 

Não sei se era por causa de coisas assim que alguém dizia de mim algo como: "é tão inteligente e para ela "emburra-se" toda". Não existe o verbo emburrar mas sei que o queriam dizer é que ponho sempre os outros em primeiro lugar. Hoje é só mais uma constatação disso mesmo...

publicado por ladybug às 20:28

03 Outubro 2011

... é que não preciso de ter relógio para saber que são quase seis da tarde. De quarenta pessoas, ficam meia-dúzia.

publicado por ladybug às 17:54

03 Outubro 2011

... que num dia como o de hoje, não só vêm de casaco de malha grossa como põem o ar condicionado a 25º. Haja paciência... muita!

publicado por ladybug às 16:10

03 Outubro 2011

... é inevitável às vezes a crueza com que encaramos os factos... E por mais tempo que passe, o sabermos que não fomos suficientes, não obstante tudo o que demos de nós, não dói menos.

 

publicado por ladybug às 13:29

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