... escrito certamente num momento de fúria contida e a título de desabafo. Hoje li-o e ri-me. Podia escrever isto de tantas formas menos agressivas, subtis, chocantes, redundantes, etc. Mas acho que lhe tiraria toda a carga dramática.
E como nos últimos tempos chego ao fim do dia a contar o número de sapos que engoli... tudo o que é preciso para me f@(li)xarem é um momento de distração meu e o sapo ganha-me. E os sapos não me ganham. Nem nesta, nem noutra vida. Estou farta destas lapas que exploram as fraquezas dos outros, cujo o único objectivo é ter razão mesmo quando não sabem sobre o quê e passar uma imagem completamente diferente do que se é. E é muito triste não puder confiar na pessoa que nos deveria apoiar e dar a cara por nós. E desta vez sim, desta vez quando me avisaram para não confiar, nem questionei.
Mas a propósito do post... porque não publicá-lo? Afinal, o blog é meu, para meu uso, um refúgio para desabafar e descarregar a frustração, as dúvidas, as alegrias, as fúrias, etc.
Assim, apesar de escrito há largos meses, a mensagem mantém-se muito actual :)
Às vezes apetece-me...... soltar a cabra que há em mim, descer o nível e ser desagradável. Muito desagrável, relebrando o "óbvio". Há coisas que são desnecessárias e, uma delas é relembrar, constantemente, o "óbvio". Mas quando as pessoas se esquecem constantemente do "óbvio", chegando a mostrar-se, mais do que ingratas, profundamente desinteressadas, apetece-me lembrar-lhes o "óbvio". Porque é tão "óbvio", que nem devia ser necessário mencionar.
Odeio quando existem duas medidas para a mesmíssima merd@!!!! E odeio que me tentem fazer passar por parva!